Jovem é detido com munições e armas em Primavera do Leste
No local, os militares encontraram três armas, sendo uma de fabricação caseira calibre .38 e duas carabinas de pressão adaptadas para calibre .22, além de outras munições deflagradas.
Publicado em 20/01/2026
Por Aqui Agora
(Repórter Bony Araújo )
O início de 2026 tem sido marcado por dificuldades para o setor de transporte de cargas em diversas regiões do país. Relatos de caminhoneiros e transportadores nas redes sociais apontam para uma forte redução no volume de fretes, cenário que tradicionalmente já é mais lento nos primeiros meses do ano, mas que, segundo a categoria, está ainda mais acentuado neste período.
Em uma publicação que gerou grande repercussão, profissionais do transporte destacaram que caminhões estão parados, pátios vazios e a oferta de cargas abaixo do esperado. Nos comentários, caminhoneiros de diferentes regiões relataram dificuldades semelhantes, reforçando a percepção de um momento econômico delicado.
Entre as principais preocupações apontadas estão a alta dos custos operacionais, como combustível, manutenção e impostos, além da insegurança sobre os próximos meses. Alguns transportadores também destacaram que empresas estão reduzindo equipes ou operando no limite para se manter ativas.
Há ainda quem avalie que fatores como o ano eleitoral, feriados prolongados e a desaceleração do consumo impactam diretamente o setor, que funciona como um termômetro da economia. “Quando o transporte para, outras áreas sentem rapidamente os efeitos”, comentou um profissional da área.
Apesar do cenário adverso, parte dos trabalhadores mantém a esperança de que o mercado reaja após o primeiro trimestre, período em que historicamente a demanda por fretes tende a aumentar com a retomada das atividades industriais e do agronegócio.
O setor de transporte de cargas é fundamental para a economia brasileira, sendo responsável por grande parte da circulação de mercadorias no país. Especialistas apontam que a recuperação depende de fatores como estabilidade econômica, estímulo à produção e políticas que reduzam os custos para quem vive da estrada.
Enquanto isso, caminhoneiros seguem atentos e apreensivos, aguardando sinais de melhora para um dos setores mais importantes da economia nacional.
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