Jovem é detido com munições e armas em Primavera do Leste
No local, os militares encontraram três armas, sendo uma de fabricação caseira calibre .38 e duas carabinas de pressão adaptadas para calibre .22, além de outras munições deflagradas.
Publicado em 10/12/2025
Por Aqui Agora
O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis de Mato Grosso (Sindipetróleo) contestou, nesta segunda-feira (08), as declarações divulgadas em entrevista recente que associaram a rota de transporte de combustíveis entre refinarias e o estado a um suposto ambiente favorável à adulteração de produtos. Segundo a entidade, as afirmações apresentadas não refletem a realidade do mercado formal de combustíveis em Mato Grosso.

De acordo com o Sindipetróleo, a adulteração não é um dado sistêmico vinculado ao trajeto de distribuição, mas sim casos pontuais já identificados e monitorados pelos órgãos competentes, uma vez que os combustíveis que saem direto da refinaria para o Estado passam por alto controle de adulteração e fiscalização.
Para o presidente Claudyson Martins Alves - Kaká, o transporte e a distribuição operam com protocolos rígidos de rastreabilidade e lacres, o que reduz de forma significativa a possibilidade de qualquer manipulação irregular ao longo do percurso. "O processo é altamente controlado e auditado. Generalizar abordagens como se fossem regra prejudicadas a confiança no setor", afirma.
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