Jovem é detido com munições e armas em Primavera do Leste
No local, os militares encontraram três armas, sendo uma de fabricação caseira calibre .38 e duas carabinas de pressão adaptadas para calibre .22, além de outras munições deflagradas.
Publicado em 06/12/2025
Por Aqui Agora
A contaminação por agrotóxicos não atinge o Brasil uma população em alta vulnerabilidade, considerando os recortes de gênero, raça e território. A avaliação é da arquiteta e urbanista Susana Prizendt, integrante da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida (CPCAPV) e do coletivo MUDA-SP.

Segundo ela, esse é um perfil da população que também é submetido à fome e à insegurança alimentar no país. “Se a fome tem gênero, tem raça e tem endereço, o veneno também.”
"Quem tem entrado em contato com os venenos, com maior intensidade, são os povos descendentes de negros e de indígenas que estão trabalhando nos campos, nas grandes fazendas, mesmo nas pequenas propriedades que ainda usam agrotóxicos. São essas pessoas que também não têm acesso ao alimento agroecológico", afirmou Prizendt.
A declaração foi dada durante homenagem ao cineasta Sílvio Tendler, após exibição de seu documentário O Veneno Está na Mesa II, durante o São Paulo Food Film Fest 2025.
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