Homem mais velho do mundo recebe aposentadoria do INSS há 46 anos

Cearense João Marinho Neto, de 112 anos, é o último homem sobrevivente que nasceu no ano de 1912

Publicado em 22/08/2025
Por Aqui Agora

Homem mais velho do mundo recebe aposentadoria do INSS há 46 anos
O cearense João Marinho Neto, o  homem mais velho do mundo  com 112 anos, recebe aposentadoria há 46 anos, de acordo com dados do  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)  divulgados nesta quinta-feira (23).

Segundo o LongeviQuest, usado pelo Guinness, o brasileiro completou 112 anos em novembro do ano passado. Anteriormente, ele era reconhecido como o homem vivo mais velho do Brasil e da América Latina.

Além disso, João é o último homem sobrevivente nascido no ano de 1912 e reside em Apuiarés (CE), a cerca de 250 km de Fortaleza.  

João nasceu em 5 de outubro de 1912, em Maranguape (CE). Desde 1978, recebe o benefício de  aposentadoria  de empregador rural, atividade principal do dono do registro mundial de longevidade.

João passou a receber o benefício aos 66 anos.

Atualmente, o recordista mora em um lar de idosos em uma cidade que não possui assinatura da Previdência Social devido ao baixo número de habitantes. A unidade mais próxima fica em Pentecostes (CE), a cerca de 30 km, onde é mantida a aposentadoria de João.

Beneficiários não precisam fazer prova de vida

O INSS  não vai suspender benefícios pagos a aposentados e pensionistas que não fizerem a prova de vida .  

Uma portaria, assinada pelo Ministério da Previdência (MPS), publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última sexta-feira (17), pontua que nenhum benefício seja bloqueado por seis meses , prorrogáveis ??por igual período. 

Segundo a instituição, a prova de vida é realizada anualmente pelo próprio INSS desde 2023 e não é mais necessário que os beneficiários realizem o procedimento pessoalmente aos postos de atendimento.

O órgão utiliza consulta de dados recebidos de outras instituições públicas federais para realizar classificações de informações dos cidadãos e comprovar se estão ou não vivos.

Até o momento, cerca de 93% dos dados foram verificados.